domingo, 9 de janeiro de 2011

INSATISFAÇÕES...a doença do SÉCULO.




"Nada é bastante para quem considera pouco o que é suficiente."

Confúcio (Kung-Fu-Tse)
122 pares de sapatos e ela não encontrava um que servisse para aquela festa.
20 ternos e ele estava achando todos um lixo.
Geladeira cheia e o menino batia a porta por não encontrar uma coisa gostosa.
Calmante forte, com tarja preta e receita, mas eles não conseguiam dormir.
Carro do ano na garagem, mas não sabiam para onde ir.
Casa de luxo na praia, mas estava fechada havia muitos meses...
Celular último tipo.........
DVD, Karaokê, Notebook, Câmera digital, Vídeo Game In Box, jogos de última geração, e muita, muita insatisfação.
Estamos nos armando de tudo o que é tipo de tranqueira material para suprir o vazio que nada preenche.
Vamos ao supermercado esperando encontrar felicidade nas prateleiras, mas voltamos frustrados, com o carro cheio e a alma vazia.
Nunca o homem teve tanto acesso a Deus e nunca ficou tão distante como agora, tantos templos, tantas religiões, tantas definições e ideologias, e mesmo assim, o homem se afasta cada vez mais do seu Criador.
Por isso a carência afetiva, as doenças nervosas, a violência que se espalha, o consumismo que gera as diferenças sociais tão brutais.
E nada sacia o homem, quanto mais ele acumula, quanto mais possui, mais vazio vai se tornando.
Aproveite seu dia, busque encontrar Deus pelo caminho, na pessoa que sentou-se ao seu lado no ônibus, no vizinho que você não cumprimenta já faz tempo, no animal abandonado e que você quase atropela, na árvore que seca bem em frente á sua casa, no cidadão deitado no banco da praça , no filho que se embriaga e você nem vê, na filha que sofre a desilusão do primeiro amor e você não sabe.
Quantos gritam onde está Deus?
Cegos pelo orgulho que não permite ver que Ele nunca se ausentou,
sempre esteve na sua vida, no seu dia, na sua família,
mas nunca foi chamado, a não ser nas desgraças e nos momentos de dor e sofrimento.
Você quer saber onde está Deus?
Olhe para a sua vida, como você trata os seus, olhe para a sua casa, reveja suas atitudes diárias.
Os atos falam mais do que as palavras e tudo o que fazemos, são às verdadeiras orações que levamos até Ele.
Por isso, antes de fazer sua oração repetida, velha e cansada da mesma ladainha, coloque um "fogo novo" na sua vida:
convide Deus para participar de todos os seus momentos, e assim, você será preenchido, saciado, envolvido pelo amor que nunca acaba, pela água que sacia a tua sede, e então, mesmo com muito pouco, serás plenamente feliz, porque Ele veio para que todos tenham vida, e tenham vida com abundância.
Paulo Roberto Gaefke

sábado, 1 de janeiro de 2011

Como nosso cérebro é ENGANADO.


Saiba como o nosso cérebro é enganado.




A gente se acostuma

Já sabemos que nos acostumamos a tudo e que conseguimos ser felizes mesmo depois de uma tragédia.

Qualquer livro de autoajuda barata diz isso.

Mas o que explica o fato de os ganhadores da loteria não estarem muito acima, em termos de contentamento, do que os que foram obrigados a andar de cadeira de rodas?

"A adaptação é uma propriedade dos neurônios."

"As células nervosas respondem vigorosamente a um novo estímulo, mas gradualmente se habituam a ele", diz o professor de psicologia da Universidade de Virgínia, Jonathan Haidt, em seu livro Uma Vida que Vale a Pena (Campus).

O outro lado dessa acomodação é o fenômeno que com o passar do tempo nos faz deixar de ver graça até em coisas boas.

Por isso podemos ficar habituados a dirigir um carro de luxo ou a comer caviar diariamente no jantar, por exemplo.

É a chamada adaptação hedônica, sobre a qual os cientistas da felicidade vêm se debruçando recentemente.

O conceito explica o fato de que nossa alegria com novas conquistas, ainda que muito aguardadas, nunca dure tanto quanto prevemos.

É o que faz com que as botas caríssimas compradas pela estudante Mayara signifiquem um prazer passageiro e sejam esquecidas em pouco tempo.

O truque para postergar essa adaptação seria apostar em experiências em vez de bens materiais.

Uma geladeira é sempre uma geladeira, já um jantar, ainda que no mesmo restaurante, é sempre diferente.

A adaptação hedônica está ligada diretamente à quantidade de dinheiro em sua carteira.


Se uma pessoa sabe que tem o suficiente para pagar por qualquer tipo de prazer, obterá menos satisfação com ele.

"O que é garantido não tem a mesma graça para nosso cérebro quanto o que precisa ser conquistado", afirma a neurocientista carioca Suzana Herculano-Houzel, autora do livro Fique Bem com seu Cérebro - Guia Prático para o Bem-Estar em 15 Passos (Sextante).

"Foi descoberto que o pico máximo de prazer em nossa mente ocorre ao planejarmos algo que tem 50% de chance de dar certo", diz. 

"Quando temos 100% de certeza, a liberação dos neurotransmissores da felicidade é menor."

Caso vc se interesse em saber sobre a FELICIDADE verdadeira, copie e cole na barra de seu navegador o link abaixo.
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,ERT166348-17773,00.html

PS: Só é realmente seu, o que foi conseguido com seu esforço e seu TRABALHO!!!
                                          Ronaldo Perrotta

A criança e o idoso.

O idoso quer a mesma atenção que deram aos filhos desde que nasceram, o idoso ao se sentir sozinho e abandonado abre as portas para a depres...