domingo, 27 de novembro de 2016

FELIZ SEM FACEBOOK



A recomendação de se desconectar das redes sociais existe praticamente desde o nascimento dos
smartphones. 

A facilidade e o imediatismo para ter acesso a qualquer momento, em qualquer lugar, permite que os usuários estejam permanentemente conectados e provocou diversas formas de vício tecnológico: do medo de ver, através da rede, como os seus amigos se divertem sem você até a nomofobia (medo de sair de casa sem o celular). 

Agora, um novo estudo do The Happiness Research Institute conclui que, em apenas uma semana, as pessoas que deixam de utilizar o Facebook se sentem mais felizes e menos preocupadas.

Os autores do estudo dividiram os 1.095 participantes em dois grupos. 

Os do primeiro não deveriam se conectar ao Facebook por sete dias; já os do grupo-controle continuaram usando a rede normalmente. 

Durante esse tempo, os pesquisadores mediram estados de ânimo como a felicidade, a tristeza, a preocupação, a raiva, o entusiasmo e os sentimentos de solidão e depressão.

No último dia do experimento, os cientistas perguntaram como os participantes se sentiam. 

E as mudanças foram evidentes: os que haviam deixado de usar a rede social admitiram estavam mais felizes e menos tristes e solitários. 

Além dos sentimentos positivos, perceberam um aumento em sua atividade social cara a cara e menos dificuldade de concentração. 

Também tiveram a sensação de que tinham desperdiçado menos tempo ao longo da semana do estudo.

Em azul, os dados fornecidos pelo grupo-controle; em branco, os do grupo que deixou o Facebook. 

Essas conclusões coincidem com as declarações de muitos especialistas de que os usuários das redes sociais só mostram em seu perfil a parte da vida que desejam que os outros vejam: as boas notícias – 61% das pessoas publicam só as coisas boas que lhe acontecem –, as fotos retocadas, o enquadramento pensado e que parece casual... 

Projetam uma vida irreal que faz com que metade dos usuários tenha inveja das experiências que os demais compartilham em seus perfis. 

E que um terço sinta inveja da aparente felicidade de seus contatos do Facebook. 

Segundo os especialistas do The Happiness Research Institute, as redes sociais “são como um canal que só transmite boas notícias, um fluxo constante de vidas editadas que distorcem nossa imagem da realidade”. 

Assim, o bem-estar dos usuários é condicionado pelo que os demais pensam e pelo número de likes que conseguem no fim do dia.

Uma das dificuldades dos pesquisadores para desenvolver o estudo foi a impossibilidade de controlar se os participantes se resistiam à tentação de entrar no Facebook. 

Em média, 94% dos usuários visitam seu perfil de maneira automática e rotineira. 

Por isso, os cientistas pediram que os participantes desinstalassem o aplicativo de seus aparelhos. 

Apesar dos conselhos e da apresentação voluntária ao experimento, 13% deles não conseguiram passar esse tempo sem entrar no perfil e checar as notificações.

Com respeito às limitações do estudo, os pesquisadores reconhecem que a predisposição pôde ter afetado os resultados. 

Os participantes eram voluntários – embora designados aos grupos de forma aleatória –, o que poderia significar que, de alguma forma, estavam interessados em deixar de usar o Facebook ou a começar a utilizá-lo por menos tempo. 

Os resultados podem se dever, em parte, ao efeito placebo: os participantes esperavam se sentir melhor ao se desconectarem.

Essa não é a primeira pesquisa indicando que muitos usuários seriam mais felizes se utilizassem menos as redes sociais. 

O estudo O Uso do Facebook Prediz uma Diminuição no Bem-Estar do Usuário, realizado em 2013 pela Universidade de Michigan, mostra que os níveis de satisfação com a vida dos participantes diminuiu ao longo da pesquisa com o uso constante do Facebook. 

Outro estudo, realizado em 2013 pela Universidade Humboldt e a Universidade Técnica de Darmstadt, ambas da Alemanha, concluiu que uma de cada três pessoas se sente mal e mais insatisfeita depois de visitar o Facebook. 

O estudo, A Inveja no Facebook: Uma Ameaça Escondida para a Satisfação do Usuário, descobriu que isso acontece porque eles sentem inveja, que desemboca em frustração, amargura e solidão.

                                           ******

PS: Quando eu era criança só tinha uma pessoa da família que tinha telefone, se alguem quisesse telefonar para esse nosso parente tinha que ir em algum Bar ou Padaria que tivesse Telefone Publico, que eram bem poucos e poucos Bairros tinham esses Telefones, só se sabia dos parentes quando íamos visita-los em suas casas, coisa bem rara, resumindo: ERAMOS MUITO MAIS FELIZES COM CERTEZA!!!!

Deus nos deu uma vida para que cuidássemos dela, já dá um trabalhão!!!!

Ronaldo Perrotta

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Como vive a advogada Alexandra Szafir, portadora de esclerose lateral am...


O ator Luciano Szafir usou as redes sociais nesta sexta-feira 04/11/2016, para lamentar a morte de sua irmã, Alexandra.

Advogada, ela lutava contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) havia 11 anos. 


Em um post no Instagram, Luciano disse que Alexandra era “a maior guerreira” que havia conhecido.

”Perdeu a batalha para essa doença nojenta”, escreveu. 

“Alê, obrigado por tantos bons momentos na minha vida. 

Te amo pra sempre!!!!” 

PS: Que exemplo para a Humanidade, muitas vezes reclamamos de coisas tão banais!!!!!

Ronaldo Perrotta

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Deus abençoe a juventude.


Juventude formosa e sonhadora!

Necessário que pares na correria alucinada pelos tóxicos da ilusão e reflexiones, pois que estes são os teus dias de preparação, a fim de que não repitas, mais tarde, tudo quanto agora censuras ou te permites em fuga emocional, evitando o enfrentamento indispensável ao triunfo pessoal.

O alvorecer borda de cores a noite sombria na qual se esconde o crime.

www.momento.com.br

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

THE CHANTAYS - "PIPELINE"


Este foi o som que tornou minha paixão pela Guitarra Elétrica!!!

Os Chantays foram formados em 1961, quando cinco amigos de liceu decidiu começar a sua própria banda. 
Bob Spickard, Brian Carman (co-autores de "pipeline"), Bob Welch, Warren Waters e Rob Marshall eram todos estudantes de Santa Ana da High School em Califórnia , quando um grupo local chamado os Rockers ritmo inspirou a cinco para formar os Chantays. 
Em dezembro de 1962, o grupo gravou e lançou "Pipeline", que eventualmente alcançou a posição número 4 naBillboard Hot 100 maio de 1963. 
A faixa também atingiu o pico no UK Singles Chart em 1963 no No. 16. [1] 
Os Chantays gravaram seu primeiro álbum em 1963, intitulado também Pipeline , que incluiu "bacamarte" e "El Conquistador". 
Seu álbum de acompanhamento foi de dois lados da Chantays em 1964.


Essa não podia faltar nos bailinhos de domingo a tarde!!!

Os velhinhos ainda mandam bem!!!

domingo, 6 de novembro de 2016

Retratos de família


                                       Retratos de família

Que felicidade da avó receber, para o almoço de domingo, seus oito netos.

Quatro meninos e quatro meninas encantadores, entre três e dezoito anos.

Depois do almoço, ela se aninhou no meio deles, para saber as novidades.

Foi um alvoroço de vozes entusiasmadas.

Variavam as conquistas efetuadas nos últimos meses.

A pequenina exibia sua motoquinha, pedalando pelos corredores do apartamento.

O mais velho, iniciando curso superior em cidade próxima, havia passado em primeiro lugar, em exame seletivo para um trabalho, que o ajudaria a se manter.

A adolescente com os olhos brilhando, faria parte do grupo de médicos do humor.

Os dois meninos maiores, em novo período escolar, felizes com a nova escola, novos professores e amigos.

As duas irmãzinhas falavam da próxima festa escolar, onde se apresentariam caracterizadas.

O pequerrucho, que começara frequentar a creche, relatava as carinhas de avaliação, que recebia no final do dia.

Foi quando um dos maiores disse que tinha muito orgulho de sua família.

Nesse momento, seus pais se reuniram ao grupo.

Então vovó pediu licença, e foi buscar alguns álbuns de fotos.

Disse que eles iriam conhecer mais sobre aquela linda família.

Fotos do casamento da vovó e vovô, dos pais das crianças, dos bisavós, dos trisavós, de tantos outros parentes.

E ela contou histórias que faziam a ligação entre as gerações e as pessoas que ali se encontravam.

Que brilho nos olhos atentos!

Que vibração de felicidade no ambiente!

* * *

Em uma época atribulada, como a que vivenciamos, o tempo passa muito rápido.

É sempre importante dedicarmos um tempinho para oferecer aos nossos amores, um programa diferente de seus celulares e Smartphones.

A nova geração chega a um ambiente tão árido de afeições e convívios, que precisamos aprender a captar suas necessidades.

O vazio de contatos mais profundos pode levá-los a fugas.

Muitos mergulham nos seus aparelhos virtuais para se isolar da solidão íntima que os atinge.

Horas seguidas em busca de algo que um aparelho, por mais sofisticado, não lhes pode oferecer.

Buscam respostas a seus assuntos íntimos, e não as encontram.

Mergulham em quiméricas soluções, que não os preenche.

Contatam variedades infindáveis de receitas, em busca de melhor vida, mas não encontram.

Anseiam por alguém que os compreenda, mas todos estão atribulados com seus próprios problemas.

Se hoje os adultos se sentem alheios e alijados no meio em que vivem, que não se pode dizer de nossos jovens e crianças.

De primordial importância que lhes ofereçamos mais atenção, carinho e participação, para não nos surpreendermos mais tarde.

A falta de diálogo causa fome existencial.

Convidemos nossos filhos para uma volta na praça. 


Sentemo-nos próximos a eles e ofereçamos nosso contato carinhoso.

Rolemos na grama, abraçados às nossas crianças.

Balancemos na rede junto a eles, afagando-os com carinho.

A falta de contato físico causa fome emocional.

Saibamos oferecer a bênção da aproximação.

Alimentemos, com nosso amor, essa fome moderna.

www.momento.com.br

A Tecnologia não consegue preencher nosso vazio interior, a falta de afeto, o afago, o abraço fraterno, o dialogo franco cara a cara, o olho no olho, um beijo carinhoso e etc...!!!
Não podemos nos deixar vencer por um aparelho eletrônico, qualquer tipo de compulsão é vicio, vicio é doença!!!
Ronaldo Perrotta



Duas décadas de avanços na neurociência convenceram os especialistas de que o vício deve ser redefinido como doença, baseado no que acontece no cérebro do viciado.
Por exemplo, pesquisas mostraram que o vício afeta os circuitos de recompensa do cérebro, de tal forma que as memórias de experiências anteriores com comida, sexo, jogo, álcool e outras drogas ativam o desejo e mais comportamentos de dependência.
Circuitos do cérebro que governam o controle do impulso e o julgamento também são alterados nos cérebros de viciados, o que resulta na busca sem sentido de “recompensas”, como o álcool e outras drogas.


terça-feira, 1 de novembro de 2016

A criança e o idoso.

O idoso quer a mesma atenção que deram aos filhos desde que nasceram, o idoso ao se sentir sozinho e abandonado abre as portas para a depres...